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Buracos negros: como eles se formam e por que são tão misteriosos

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  Você já ouviu falar de um lugar no espaço onde nada pode escapar — nem mesmo a luz? Isso é um buraco negro , uma das coisas mais estranhas e fascinantes do universo. Mas afinal... como um buraco negro se forma? E por que ele é tão assustador e misterioso? 🌟 O que é um buraco negro? Um buraco negro é uma região do espaço com uma gravidade tão forte que nada pode escapar dela. Nem planetas, nem estrelas, nem luz. Tudo que se aproxima demais, simplesmente desaparece. 💥 Como os buracos negros se formam? A maioria dos buracos negros se forma a partir da morte de uma estrela muito grande . Funciona assim: Uma estrela vive milhões de anos queimando gás (geralmente hidrogênio) como combustível. Quando esse combustível acaba, ela entra em colapso, ou seja, começa a “desmoronar” por causa da sua própria gravidade. Se a estrela for muito massiva, esse colapso é tão intenso que ela vira um buraco negro — um ponto com gravidade infinita. Esse ponto é chamado de singu...

Monte Olimpo: conheça a maior montanha do Sistema Solar

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Você sabia que existe uma montanha tão alta que faz o Monte Everest parecer pequena? Localizado em Marte , o Monte Olimpo (ou Olympus Mons ) é simplesmente a maior montanha do Sistema Solar . Com impressionantes 21,9 km de altura — quase três vezes a altura do Monte Everest — essa estrutura colossal desafia tudo o que conhecemos sobre formações geológicas. 🌋 O que é o Monte Olimpo? O Monte Olimpo é um vulcão escudo , formado por sucessivas erupções de lava ao longo de milhões de anos. Sua base tem cerca de 600 km de diâmetro , o equivalente ao tamanho do estado do Mato Grosso do Sul! Por ser um planeta com menor gravidade e sem placas tectônicas ativas, Marte permite que estruturas como essa se formem e permaneçam estáveis por eras inteiras. 🛰️ Como sabemos disso? O Monte Olimpo foi descoberto por sondas espaciais na década de 1970 e, desde então, tem sido observado por diversas missões da NASA e da ESA. As imagens de satélite mostram detalhes incríveis da caldeira do vulcão,...

Planeta Recem descoberto, planeta K2-18 b, pode conter vida?

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Foram detectadas na atmosfera desse planeta impressões químicas de gases que, na Terra, são produzidos apenas por processos biológicos Com a ajuda do telescópio espacial James Webb, cientistas anunciaram uma descoberta que pode revolucionar a busca pela vida fora da Terra: foram detectados, na atmosfera de outro planeta, gases que, no nosso planeta, só são produzidos por processos biológicos. Segundo os pesquisadores, esses são sinais mais fortes até agora de possível vida além do nosso sistema solar. Os cientistas que conduziram a pesquisa anunciaram que foram detectadas na atmosfera de um planeta alienígena as impressões químicas de gases que, na Terra, são produzidos apenas por processos biológicos. Os dois gases — dimetil sulfeto (DMS) e dissulfeto de dimetila (DMDS) — observados no planeta chamado K2-18 b, são gerados na Terra por organismos vivos, principalmente por vida microbiana como o fitoplâncton marinho (algas). K2-18 b é 8,6 vezes mais massivo que a Terra e tem...

Quipu: a megaestrutura cósmica, a estrutura gigantesca com aglomerados de galáxias desafia o que sabemos do Universo.

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Cientistas anunciaram em fevereiro a descoberta de uma das maiores estruturas já observadas no nosso Universo conhecido. Batizada de  Quipu , em referência a um antigo sistema de contagem do Império Inca, caracterizado por sua estrutura ramificada, esta superestrutura cósmica se estende por aproximadamente 1,3 bilhão de anos-luz. Algumas curiosidades sobre a megaestrutura: Tamanho:  é mais de 13 mil vezes o comprimento da Via Láctea. Matéria:  tem aproximadamente 200 quatrilhões de massas solares Abrangência:  juntamente com outras quatro superestruturas similares identificadas pelo mesmo estudo, abrange cerca de 30% das galáxias, 45% dos aglomerados galácticos, 25% da matéria total e ocupa 13% do volume de  TODO  o chamado Universo conhecido. A caça a gigantes cósmicos A descoberta, liderada pelo astrofísico Hans Böhringer e sua equipe, foi publicada recentemente na revista científica "Astronomy and Astrophysics". Böhringer conta ao  g1 ...

Sonda da NASA detecta lava ativa em uma das luas de Júpiter

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A nave espacial  Juno , da  NASA , registrou novas imagens impressionantes de  Io , lua mais vulcânica de  Júpiter  e de todo o Sistema Solar. Durante os recentes sobrevoos no final de 2023 e início de 2024, os instrumentos da Juno  capturaram detalhes inéditos da atividade vulcânica  desse mundo extremo. As imagens, divulgadas pela agência espacial, foram obtidas pela  câmera  sensível Stellar Reference Unit e revelam  fluxos de  lava  fresca  e  emissões brilhantes de lava ativa . Uma foto tirada em 30 de dezembro de 2023 destaca erupções em região chamada de complexo  Zal Montes-Patera , onde duas montanhas cercam uma área escura composta por fluxos vulcânicos recentes. Os cientistas também identificaram uma “ característica de emissão alongada e curva sem precedentes “, possivelmente um canal de lava ativo, além do gigantesco fluxo Tonatiuh, com 157 quilômetros de extensão e 18 quilômetros de larg...

Pela primeira vez na história, temos uma imagem aproximada de uma estrela numa galáxia diferente da nossa

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Pela primeira vez, uma equipe de astrônomos capturou uma imagem detalhada de uma estrela em uma galáxia que não é a Via Láctea. Usando o potente interferômetro do Very Large Telescope do Observatório Europeu do Sul (ESO), uma equipe internacional obteve uma imagem de perto da estrela supergigante vermelha WOH G64, localizada na Grande Nuvem de Magalhães, a 160 mil anos-luz de distância. Estimada em 2 mil vezes o tamanho do Sol, é uma das estrelas mais maciças que conhecemos, pois está em seu estágio final de vida antes de explodir como uma supernova. Embora os astrônomos tenham estudado centenas de estrelas próximas com técnicas avançadas, a captura em detalhes de uma estrela tão distante, localizada em uma galáxia diferente da Via Láctea, é uma conquista sem precedentes. .                Imagem da estrela WOH G64

Sonda Tira Foto de Cratera criada em Asteroide

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A sonda Japonesa Hayabusa2, que na madrugada do dia 5 de abril  d eu um "tiro" que causou uma cratera no asteroide Ryugu, voltou ao local para registrar imagens do impacto. Agora, as fotos foram divulgadas pela Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (JAXA). O Antes e o Depois do Asteroide receber o Impacto! A expectativa dos cientistas era que a cratera teria aproximadamente 3 metros de diâmetro, caso a superfície do asteroide fosse rochosa. Mas, mesmo o asteroide tendo rochas em sua superfície, a destruição revelada pelas imagens foi de 10 metros – algo que era esperado somente se a base fosse arenosa. “A superfície é cheia de pedregulhos, mas mesmo assim nós criamos uma cratera enorme. Isso pode significar que há ainda um mecanismo científico que nós não conhecemos ou algo especial nos materiais presentes em Ryugu”, apontou em  comunicado  da Agência France Presse, Masahiko Arakawa, professor universitário da Universidade de Kobe, no Japão. Com a cr...